15 de julho de 2012

No Rio, médicos terão frequência controlada por chips nas UPAs


No jaleco, estetoscópio, aparelho de medir pressão, termômetro e chip. Sim, na recém-inaugurada UPA de Mesquita, médicos carregam sob a roupa um microchip que monitora seus passos. E não são apenas eles. Todos os profissionais de saúde andam com chip na roupa. Sensores espalhados em vários pontos da unidade detectam quem sai e quem entra, ajudando no controle da frequência e, principalmente, da permanência. Em 90 dias, a previsão é a de que tudo por ali, desde remédios e seringas a material de limpeza, esteja “chipado”.
O sistema, que será instalado também nas UPAs de Queimados e Nova Iguaçu I (Cabuçu) e II (Três Corações), permitirá ainda um acompanhamento mais efetivo dos protocolos de higiene, a fim de reduzir a infecção hospitalar. Isso porque, se o profissional de saúde passar por uma das portas da UPA vestindo jaleco, o sensor apitará e acenderá uma luz vermelha, sinalizando que ele deve retirá-lo para ir à rua.
Além dos jalecos, os lençóis já estão monitorados. Nesta segunda etapa, artigos de limpeza receberão chips.


O sistema de identificação por radiofrequência, RFID (na sigla, em inglês), lê a informação gravada no chip. Esses dados gravados criam o DNA do jaleco, dizem quantas vezes ele foi lavado, quem o está vestindo naquele dia, se o portador pode deixar a unidade portando o uniforme. Na porta do almoxarifado, há um leitor de digital. Quando o funcionário sai do setor, sensores fazem a baixa automática do que foi retirado ou incluem o que foi deixado lá. O sistema cruza informações e mostra quem retirou o que.

Fonte: Extra-Rio



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