20 de março de 2014

Governo apresenta novo projeto para redução da pobreza rural na Bahia




O Bahia Produtiva faz parte da estratégia do governo estadual para redução das desigualdades e superação da pobreza em todo o estado. O projeto sucede o programa Produzir, que está concluindo, no primeiro semestre de 2014, a última das quatro edições. Desde 1996, o programa, executado pela CAR, atuou no desenvolvimento das comunidades de 407 municípios do estado, através da implantação de projetos voltados ao meio rural, beneficiando cerca de 1 milhão de famílias de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, jovens e mulheres rurais e comunidades quilombolas e povos indígenas.
Resultados como a inclusão social e econômica das populações em situação de pobreza do meio rural e formação do capital social, observados por estudos de avaliação de impacto do Produzir, foram alguns dos fatores que credenciaram o governo estadual a propor o Bahia Produtiva. A atuação do novo projeto abrangerá todos os Territórios de Identidade do estado, exceto a capital baiana, atendendo 416 municípios. Com um investimento total de US$ 260 milhões, serão beneficiadas 150 mil famílias com ações na agricultura familiar (94.215), quilombolas (12.111), indígenas (3.232), reforma agrária (20.468) e economia popular (19.974).
O evento, organizado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa da Sedir, no Hotel Sol Bahia, no bairro de Patamares, foi aberto com a apresentação do coral da empresa, Canto da Terra, regido pelo maestro Gilmar Mendes, e teve a presença de representantes de associações rurais, cooperativas, lideranças indígenas e quilombolas.

A reunião teve como objetivo apresentar o Bahia Produtiva – no
vo projeto estadual de ações voltadas para redução da pobreza e inclusão socioprodutiva no estado. O projeto, que sucede o programa Produzir, foi apresentado pelo diretor executivo da CAR, José Vivaldo Mendonça. “Esse encontro é motivo de alegria, de balanço, de discussões. Iniciamos um novo ciclo, um ciclo de encerramento da operação do Banco Mundial, no âmbito do programa Produzir, e apontamos para um novo desafio, que é a consolidação do Bahia Produtiva”, ressaltou.
Mendonça destacou ainda que o projeto introduz uma série de inovações e aposta, efetivamente, no aprofundamento do combate à pobreza rural e urbana no estado da Bahia. “Esse seminário integra uma estratégia que  está sendo debatida com a equipe do Banco Mundial, que se encontra até sexta-feira em missão na Bahia. “Vamos debater elementos que serão incorporados na nova operação que será submetida ao Banco, em abril, de forma final, seguindo, depois, então, para tramitação no governo federal e aprovação no Senado para efetivação do Acordo de Empréstimo”.
O secretário de Desenvolvimento e Integração Regional, Wilson Brito, destacou a importância de um projeto da abrangência do Bahia Produtiva para milhares de famílias, moradoras das zonas rurais da Bahia. “Vamos investir em inclusão produtiva, ampliar as parcerias e atuar para melhorar, cada vez mais, a vida do trabalhador rural. Já conquistamos muito de 2007 até 2014, e continuaremos fazendo muito mais para garantir desenvolvimento a todos os territórios da Bahia”, destacou.

Para a representante do Banco Mundial (BIRD), Fátima Amazonas, o Bahia Produtiva está diretamente ligado à estratégia de desenvolvimento com inclusão social e econômica das populações das zonas rurais, com foco em grupos especiais, como as comunidades indígenas, quilombolas, de fundos de pasto, mulheres e jovens.
Outro aspecto assinalado por Fátima Amazonas está voltado aos investimentos em saneamento rural. “Esta é uma decisão bastante estratégica que será feita nos dois Territórios, onde existam as duas centrais e, também, com a perspectiva de apoio para a ampliação destas estruturas de gerenciamento dos investimentos e dos sistemas em outros territórios”.
Segundo a representante do BIRD, o Bahia Produtiva deverá possibilitar como resultado final, no prazo de seis anos, uma avaliação, onde serão medidos e identificados os resultados, efetivamente, alcançados, não só em números gerais quantitativos e de projetos financiados.
No seminário, que acontecerá até amanhã (20), serão apresentados os resultados da avaliação de impacto do programa Produzir. Os dados, obtidos através de pesquisas de campo, foram levantados pela Funcamp – Fundação de Desenvolvimento da Unicamp.
Estiveram presentes a superintendente da Conab na Bahia, Rose Pondé, a chefe de gabinete da Sedir, Eliana Boaventura, o superintendente da CAR, Dernival Oliveira Júnior, o superintendente da SUAF (Seagri), Wilson Dias, o cacique Anselmo Tuxá, representando a comunidade indígenas e sociedade civil, dirigentes de órgãos estaduais, entre outras lideranças municipais e estaduais.

Fonte e foto: Ascom Car





Ibicaraí é convidado para participar do “Projeto Cultural Cantando e Dançando”, em Floresta Azul



Texto e foto: Arnold Coelho

O secretário de Educação de Ibicaraí Uildo Batista, recebeu na manhã de quarta-feira, 19, em seu gabinete, a visita de Waldemar Sodré (Gerente de Esportes) e Genivaldo Pereira “professor Vado” (Gerente de Cultura), e o popular Zome todos integrantes da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Desporto, Lazer e Juventude (SMECDLJ) da prefeitura de Floresta Azul.

A visita foi para tratar do “Projeto Cultural Cantando e Dançando”, projeto esse de Intercâmbio Cultural e Artístico com a participação de músicos e dançarinos dos municípios circunvizinhos. Esse evento acontecerá no dia 19 de abril, na Avenida 23 de abril em Floresta Azul. Na oportunidade Waldemar e professor Vado apresentaram o projeto ao secretário Uildo, que gostou e sinalizou de forma positiva com a participação de Ibicaraí.

O projeto já tem confirmada a participação das cidades de Almadina, Itapé, Firmino Alves, Santa Cruz da Vitória, Itororó, Barro Preto e Ibicaraí.
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19 de março de 2014

Farmácia Municipal de Floresta Azul será informatizada para atendimento




Texto e fotos: Ascom Floresta Azul

A Secretaria de Saúde de Floresta Azul se empenha para atender da melhor maneira possível os seus munícipes. Para facilitar o acesso do cidadão aos medicamentos considerados essenciais, a administração municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde, disponibiliza à comunidade quatro postos de distribuição de medicamentos, sendo três na sede e um no distrito de Coquinhos.
A partir do ano de 2010, o município de Floresta azul passou a fazer parte do Sistema Integrado da Assistência Farmacêutica da Bahia (SIGAF), após a prefeita Dra. Sandra Cardoso autorizar o pagamento de uma dívida no valor de R$ 126 mil, deixada por gestões anteriores, para só então, os governos federal e estadual passarem a enviar uma cota trimestral de R$ 19.700 mil. A prefeitura de Floresta Azul complementa esses valores com uma cota de R$ 5.300 mil, sendo R$ 1.600 mil com gasto com o frete de um veículo adequado para ir a Salvador buscar os medicamentos, e R$ 3.700 mil em complementação ao estoque da Farmácia Central.

O Farmacêutico e Bioquímico, Osman Luiz, assegura que a Farmácia do Posto de Saúde Central é um diferencial positivo criado nessa administração no desenvolvimento da Saúde de Floresta Azul. “De baixa a média complexidade, todo medicamento que o paciente precisar, a nossa farmácia procura disponibilizar, pois temos 61 medicamentos básicos distribuídos nos postos e 28 medicamentos controlados, que são distribuídos no posto do hospital e alguns medicamentos específicos sendo distribuídos nos demais postos, contemplando alguns programas como Hiperdia, planejamento familiar, além de medicamentos emergenciais que são adquiridos com recursos próprios, ficando bem acima da contrapartida devida pelo município. O município está bem servido de medicamentos, chegamos à disponibilização elevada, bem acima da média. Em 2011 tínhamos em estoque uma média mensal de R$ 30 mil reais, e hoje dispomos de R$ 95 mil reais em medicamentos”.

A secretária Domilene Borges disse que a Farmácia do Posto de Saúde Central  é uma das prioridades da Secretaria de Saúde: “Conservar nossa farmácia e procurar melhorar a cada dia esse serviço, é uma de nossas metas. Estamos também  informatizando os postos da cidade e iremos inaugurar até o final do mês de abril o sistema de informática Medcasa, que é um programa desenvolvido pela Sesab em parceria com o Ministério da Saúde. Esse programa irá beneficiar pacientes de baixa renda.

“Sou médica e tenho uma preocupação especial com a saúde do cidadão florestense. A Farmácia do Posto de Saúde Central é uma conquista nossa. Nosso compromisso é assegurar o acesso dos pacientes aos medicamentos que tanto necessitam. A informatização e o cadastro do paciente em nosso banco de dados vão contribuir para um melhor acompanhamento do seu estado de saúde, como também monitorar os portadores de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, que são assistidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse a prefeita Dra. Sandra Cardoso.






SAAE de Ibicaraí está construindo dois tanques de filtração direta para tratar a água do Cajueiro



Texto: Arnold Coelho – Fotos: Antonio Lima

Em março de 2013 o prefeito Lenildo Santana se reuniu com o diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), José Dias, para definir local e empresa para perfurar o futuro poço que iria ajudar no abastecimento de água dos distritos do Cajueiro Novo e Velho. Na oportunidade, ficou definido a contratação da empresa Artesium Poços, especializada em perfurações, para furar o poço na fazenda Cachoeira (próximo à Pancada Formosa), de propriedade de Nélson Alves Santos, na margem da BR-415.
O poço artesiano foi perfurado com vazão para 5 mil litros de água por hora para abastecer os distritos dos Cajueiro Novo e Velho. Na época o SAAE gastou em torno de 35 mil reais para perfurar um poço com 60 metros de profundidade; construir uma pequena sala de máquinas; colocar um poste no local, além de um transformador no valor de 9.700 reais (valor que o SAAE parcelou e paga mensalmente à Coelba).
A inauguração aconteceu no Dia da Cidade e, depois de alguns dias, ficou constatado que a água era salobra. Exames iniciais aparentavam cloreto de sódio (sal), mas depois de uma análise mais detalhada ficou constatado que o problema estava na grande quantidade de ferro, e não sal, encontrado na água.
O Técnico em Saneamento do SAAE, William Nogueira, ao receber a notícia, disse ter respirado aliviado (pois é possível tratar a água com grande quantidade de ferro com uma solução a base de Hipoclorito de cálcio e a construção de dois tanques que irão funcionar como filtros). “Criamos um pequeno sistema de tratamento, com a construção de dois tanques para filtração direta. Esses tanques estão acima do reservatório de 60 mil litros de água, que abastece os distritos. A água que sai do poço via bomba dosadora receberá o Hipoclorito de cálcio, que irá oxidar o ferro existente na água. A água chegará aos tanques-filtros que farão o processo de limpeza (separando o ferro oxidado da água) deixando-a própria para o consumo. “Esses tanques-filtros funcionam com uma espécie de decantador, com um filtro composto por uma base fixa; 30 centímetros de pedra e 50 centímetros de areia, por onde a água passa deixando todas as impurezas retidas na areia” disse o técnico William.
“A prefeitura, na pessoa do prefeito Lenildo Santana, e o SAAE, estão trabalhando em conjunto para resolver o problema da água desses dois distritos. Acredito que até meados de abril retomaremos o fornecimento através da água desse poço. Enquanto isso não acontece, nós temos mandado diariamente um carro-pipa e entregamos 30 mil litros de água todos os dias nas duas localidades”, disse o diretor do SAAE, José Dias.